Se você não aceita certas coisas somente porque os outros dizem serem certas, se você não se contenta com respostas prontas para suas perguntas, se você é mal compreendido em suas ideias ou ainda se você já foi chamado de louco por expor o que pensa, então este é o blog perfeito para você. Vou tentar, na medida do possível, lançar alguns questionamentos sobre coisas polemicas, expor minhas ideias e responder suas perguntas, sempre conforme minha linha de raciocínio.
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Frase do dia!
Charles Darwin
quarta-feira, 20 de julho de 2011
terça-feira, 19 de julho de 2011
Igreja Católica V - RCC 2.
Vou enumerar agora os vários aspectos perigosos que vejo no culto renovador e mostrar seus perigos para a Igreja Católica Apostólica Romana, bem como para seus seguidores.
Lembram-se que eu disse que a RCC é baseada em cultos de igrejas pentecostais norte-americanas? Pois bem é por ai que começo minhas críticas: vocês já devem ter visto alguma vez na TV um desses cultos, mesmo que sem querer, é uma “maré” de milagres, milagres de tudo quanto é tipo e tudo quanto é jeito e que só o pastor daquela igreja é capaz de fazer e que estão na cara que são armações ou combinações com os “milagrosamente” “curados”. Já viram, então... na RCC é igualzinho, sem tirar nem por os Padres ou irmãos desta seita dentro do catolicismo tem, e só eles tem, o “poder” de fazer curas milagrosas e espetaculares que só podem ser armações, ou alguém já viu Deus distribuir milagres por ai a torta e a direita? Se assim fosse, minha tia, que era católica muito praticante não teria morrido o ano passado, pois ela tinha mais fé que muitos que conheci e que se dizem católicos e assim como ela muitas outras pessoas com fé inabalável seriam milagrosamente curadas de suas enfermidades por Deus, que com certeza não iria privilegiar alguém que fosse da RCC só por este ser da RCC.
O segundo ponto que desejo enfatizar é a respeito da liturgia, ou melhor, da destruição desta: assim como a TL a RCC faz um estrago no ritual litúrgico da Igreja Católica, o ritual sempre foi uma das marcas do catolicismo, sempre primou por um rito belo e bem preparado, com músicas que faziam a alma elevar-se aos céus, e o que vemos hoje é o inverso disso, o rito se assemelha mais a um show de uma banda famosa ou um cantor pop-star qualquer, as músicas então parecem que saíram de uma danceteria ou boate qualquer que exista por ai. Não estou condenando quem gosta de Rock ou de Dance Music ou qualquer destes ritmos modernos, embora eu não goste deles, pois cada um se diverte com a música e com o ritmo que quer. Agora fazer Rock de Jesus, Samba de Jesus, Funck de Jesus, Cristoteca (discoteca católica) ai já é demais, né? Eu duvido muito que o próprio Jesus aprovaria, lembram-se do que Ele fez com a feira no templo? Pois bem, o que acha que faria se visse isso na sua igreja? Isso sem contar seu caráter divino, pois sendo Deus Jesus é o Rei dos reis e alguém já viu uma cerimônia real oficial na qual tocou um Rock, um Funck, ou qualquer coisa destas? Não viu né? Não viu porque não tocou, geralmente usam-se músicas clássicas ou algo que se valha. Porque então numa missa que é a cerimônia mais importante do catolicismo usam-se tais músicas que não nos deixam meditar nos mistérios de Cristo e de sua Igreja? Ou a Igreja não é lugar de meditação? Lugar de encontro com Deus? Como alguém vai encontrar a Deus com uma música agitadíssima e geralmente com volumo altíssimo? Você mesmo encontraria alguém ou receberia alguém importante para você com uma música dessas em sua casa? Porque, então receber Jesus eucarístico com estas músicas?
O terceiro e ultimo ponto é o da alienação, mas sobre isso já falei no primeiro artigo.
Ficam ai então os questionamentos para vocês refletirem e responderem a si próprios o que é melhor para a Igreja e para sua fé?
A mim a resposta é clara, eu penso que o tradicionalismo é a única salvação da Igreja Católica Apostólica Romana, pois só ele pode restaurar a importância da Igreja como instituição e restaurar a verdadeira fé, uma fé que não precisa de atrativos, como músicas agitadas e etc., para que eu vá celebrar a ceia de Jesus e seu amor para conosco, uma fé pura e simples que crê pelo “simples” (simples é modo de dizer) fato do encontro com Cristo e Deus e não porque acho a cerimônia divertida ou porque quero defender uma classe econômica ou fazer discursos políticos e belos por fora e não ter nada daquilo por dentro.
Os artigos sobre a Igreja Católica acabaram, a não ser que haja futuramente algo que eu deseje discutir, analisar ou criticar (lembrando que critica não é algo negativo). Um abraço e até o próximo artigo.
terça-feira, 21 de junho de 2011
História da Igreja Católica IV - RCC 1.
Assim como sua antagonista (Teologia da Libertação), a Renovação Carismática Católica (RCC), surgiu, ou melhor, foi “inventada” por motivos puramente políticos.
Explico-me: como já disse nos artigos anteriores a Teologia da Libertação (TL) foi criada com o intuito de aproximar o catolicismo da corrente comunista, que estava em ascensão ideológica numa época de revoluções e ditaduras que perseguiam e atentavam contra a liberdade de expressão. Pois bem, os E.U.A., como bem se sabe, não podiam, e não podem até hoje, ouvir falar de qualquer corrente comunista e como a Teologia ganhava amplo terreno em seu quintal (a América Latina), e com medo de perder seu poder politico e econômico sobre os países latinos e sabendo que esses tinham e tem uma predileção pela fé católica, os americanos, “sábios” (leia-se: espertos) como sempre criaram (e esta é palavra certa mesmo) a RCC.
A RCC tem, por outro lado, sua criação baseada nas seitas evangélicas pentecostais americanas (estadunidenses), e prega justamente o contrário da TL, ou seja, se a TL prega uma teologia extremamente racional, voltada para o povo e seu sofrimento, chegando a se tornar uma teologia ateia, pois banaliza os mistérios divinos, transformando-os em algo puramente humano, a RCC veio para ajudar a alienar mais o povo, que já é muito alienado. Por seu caráter baseado em cultos extremamente sentimentais, com um olhar voltado totalmente para as coisas do alto, a fé cega, sem questionamento, os seguidores da RCC, tornar-se-iam exatamente oque os americanos queriam numa época em que para quem vivia sobre o julgo das ditaduras militares seria fácil ir para um lado em que se pregava o combate de tais formas governamentais e este lado era à esquerda, os comunistas.
Isso era onde eu queria chegar, passo a partir do próximo artigo, a enumerar os motivos pelos quais estou certo de que a RCC é tão perigosa para a verdadeira fé quanto a TL e porque deve ser combatida por quem realmente se denomina católico apostólico romano.
(continua no próximo artigo).
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Igreja Católica III - Teologia da Libertação 2.
Continuando…
Por ultimo o pior de tudo: a Teologia da Libertação, que se infiltrou na Igreja da América Latina, forma “padres” que na verdade são ateus. Explico-me: as universidades que dão formação teológica aqui no Brasil e América Latina estão repletas de professores, na sua maioria padres, que são de formação libertadora, pois viveram em uma época de perseguição (ditadura) que até tinha uma razão de ser, muito embora esta seja ínfima diante da grandeza de Deus e de sua igreja, estes professores “enfiam goela abaixo” sua linha de pensamento a seus alunos formando outros como ou piores que eles. Estes teólogos da libertação não creem em Jesus como Deus, mas tão somente em Jesus como homem e um homem que difere muito daquela figura pacifica que pregou só o amor e o perdão, eles veem Jesus como um líder político de esquerda (comunista), que veio para lutar a favor do povo subjugado e destronar seus subjugadores (elite privilegiada), fora isso eles não creem na ressureição de Cristo (no próximo artigo contarei uma história real para ilustrar isso), nem tão pouco em Deus, dizem também que o inferno e o Diabo não existem (é exatamente isso que ele quer que nós acreditemos para poder agir em “paz”).
Certa feita, uma pessoa de um grupo extremista e conservador, do qual fiz parte, disse que dentro da Igreja Católica havia pessoas de grande influência que eram, na verdade inimigos da igreja, na época achei um exagero, pois este grupo é fanático, mas hoje vejo que, ao menos neste ponto, eles tinham razão, há mesmo uma conspiração dentro da própria Igreja Católica para destruí-la, não fisicamente, pois isso seria praticamente impossível, mas sim ir minando a verdadeira fé com ensinamentos que vão de encontro com o que Cristo ensinou e que passado por uma pessoa que deveria ser “autoridade” no assunto, aos olhos do povo, se torna correto, pois se o padre está falando...
Vesse ai o perigo desta falsa teologia, falsa sim, pois teologia, como o próprio nome diz, deveria ser o estudo de Deus, e esta corrente, por ser ateia, transforma algo divino e sagrado em algo humano, profano, sem importância, transforma o altar em palanque político e destrói, quase que imperceptivelmente, a fé dos verdadeiros fiéis, transformando-os, assim, em hereges.
(continua no próximo artigo).
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Igreja Católica II - Teologia da Libertação 1.
Caro leitor, você já ouviu falar da Teologia da Libertação? Se é católico já deve ter ouvido falar ou mesmo participado de uma celebração "libertadora". O problema, caro leitor, é que, apesar do nome, a única coisa de que será libertado com o seguimento da linha "libertadora" é da sua fé, pois parafraseando um Padre, que não me recordo o nome, a Teologia da Libertação deveria se chamar Heresia da Libertação isso sim.
Para começar já é um erro haver, dentro de uma mesma religião, várias linhas divergentes de seguimento, ou alguém conhece alguma religião séria como, por exemplo: Judaica, Ortodoxa, Islâmica, Luterana ou qualquer outra evangélica tradicional (que não seja estas seitas neo- pentecostais que existem por ai) em que a liturgia ou modo de celebração seja modificado conforme o local e a realidade financeira e cultural dos fiéis?
Em segundo lugar, esta linha tem origem marxista, o que por si só já é um erro, pois como bem se sabe Marx era ateu e os seus seguidores perseguiram e mataram vários fiéis de várias religiões e principalmente católicos, inclusive padres e bispos (Cf. História da URSS). Como pode, então, uma corrente teológica basear-se num movimento ideológico contrário a toda e qualquer religião, e como pode uma pessoa que se diz padre ou mesmo católico defender tal ideologia que perseguiu e matou vários irmãos de fé?
Em terceiro lugar, os “discípulos” de tal teologia pregam que a salvação veio para os pobres e que Jesus era uma espécie de guerrilheiro que veio para libertar o povo oprimido da dominação dos seus opressores: a elite privilegiada. Vejamos: realmente Jesus veio em prol daqueles mais necessitados, dos que eram excluídos, dos marginalizados, porém ele mesmo disse que veio para salvar a todos sem discriminação. Estes mesmos discípulos disseminam uma ideologia de luta de classe, pregada na Rússia Socialista, em que o pobre é sofredor e o rico e a classe média são os únicos culpados por seu sofrimento, o que é isso se não uma descriminação invertida, ou seja, fazer com que o pobre ache que o rico e a classe média (elite privilegiada) são seus algozes, gerando um ódio entre as classes num meio em que deveria reinar o amor e caridade entre todos sem exceção, não é isso uma oposição aos ensinamentos do próprio Cristo de amor, caridade e de suas promessas de salvação a toda humanidade?
(continua no próximo artigo).